Monumentos das terras de Santa Maria Da Feira
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
Orfeão de Santa Maria Da Feira
Fundado em 1975, o Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da Feira tem-se pautado ao longo da sua existência por ser um fiel representante das tradições, usos e costumes do nosso povo.
Nos últimos três anos o Grupo coordenado por Fernando Pinto, tem efectuado um intenso trabalho de recolha etnográfica, para que se possa hoje dizer, um fiel e digno representante das genuínas “Antiguidades Populares” da nossa região.
Ao mesmo tempo que temos efectuado esta nossa pesquisa mais exaustiva, e com o surgimento de novos dados etnográficos que cremos ser relevantes no seio da Etnografia Feirense, o Grupo decidiu fazer uma remodelação total dos seus trajes e aperfeiçoar também as suas danças tornando-as o que realmente eram na Antiguidade - simples.
Esta secção do Centro de Cultura e Recreio do Orfeão da Feira tem percorrido o país de Norte a Sul participando em encontros de folclore, festas e no estrangeiro (Espanha e Brasil),com participações em algumas iniciativas de solidariedade social.
Com o nosso desejo de tornar o Grupo um dos mais fiéis representantes do Folclore Feirense, somos neste momento Sócios Aderentes da Federação do Folclore Português com um processo em vias de cultura Portuguesa além fronteiras.
Foto mais antiga
Foto mais antiga
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A foto mais antiga
da cidade, de autor desconhecido, é da Rua do Acampamento, na direção su
norte. Foi restaurada por José António Brenner, a partir de foto
publicada na Revista do
Centenário, em 1914.
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A 3ª edição da Cronologia histórica de Santa Maria... está disponível na Feira, desde sua abertura, em 27 de Abril último, mas terá seu lançamento oficial em 10 de «Foto de Mendes Corrêa, anos 70 do
As duas Aras Romanas
Santa Maria da
Feira e a Primeira República
Dando principal destaque ao nosso imponente
castelo, no início do século XX renovou-se o interesse público por
este monumento.
As primeiras obras de recuperação foram
executadas pela Direcção das Obras Públicas, em 1907, e visitadas por D. Manuel
II de Portugal no ano seguinte. Em 1909 foi criada uma Comissão de Protecção e
de Conservação do Castelo, tendo-se procedido às obras de beneficiação e
restauro com a ajuda de Fortunato
Fonseca.
De 1910 a 1926 foi um período fértil em obras de
beneficiação no Castelo, destacando-se o biénio de 1917/1918. O castelo foi
classificado como Monumento Nacional por Decreto de 16 de Junho de 1910 publicado
pelo DG nº 136, de 23 de Junho de
1910.
No decorrer destas obras foram
encontrados alguns vestígios arqueológicos, destacando-se uma ara romana com
uma mensagem religiosa em latim que, em 1914, foi colocada ao abrigo do tempo,
num nicho aberto na parede da torre .As duas Aras RomanasBiblioteca Municipal de Santa Maria da Feira
A Biblioteca Municipal de Santa Maria
da Feira, localiza-se na cidade de Santa
Maria da Feira, Portugal.
O seu edifício foi inaugurado no ano 2000 e representa um marco na
arquitectura feirense do final do século XX e início do século XXI.
Localizado à entrada do Centro Histórico concretiza uma ligação perfeita entra
a história e a modernidade. Num só espaço localizam-se os vários serviços da
biblioteca: leitura, material audiovisual, serviço educativo e também um
auditório para conferências e outros eventos, que é também casa do Cine Clube
da Feira, e ainda uma sala polivalente que tem o seu principal uso com a
realização de exposições.
Fundado em 1975, o Grupo de Danças e Cantares Regionais do Orfeão da
Feira tem-se pautado ao longo da sua existência por ser um fiel representante
das tradições, usos e costumes do nosso povo.Nos últimos três anos o Grupo coordenado por Fernando Pinto, tem efectuado um intenso trabalho de recolha etnográfica, para que se possa hoje dizer, um fiel e digno representante das genuínas “Antiguidades Populares” da nossa região.
Ao mesmo tempo que temos efectuado esta nossa pesquisa mais exaustiva, e com o surgimento de novos dados etnográficos que cremos ser relevantes no seio da Etnografia Feirense, o Grupo decidiu fazer uma remodelação total dos seus trajes e aperfeiçoar também as suas danças tornando-as o que realmente eram na Antiguidade - simples.
Esta secção do Centro de Cultura e Recreio do Orfeão da Feira tem percorrido o país de Norte a Sul participando em encontros de folclore, festas e no estrangeiro (Espanha e Brasil),com participações em algumas iniciativas de solidariedade social.
Com o nosso desejo de tornar o Grupo um dos mais fiéis representantes do Folclore Feirense, somos neste momento Sócios Aderentes da Federação do Folclore Português com um processo em vias de cultura Portuguesa além fronteiras.
Terras de Santa Maria
A cidade de Santa Maria
da Feira é bastante antiga. A sua excelente localização geográfica permitiu que
vários povos se encontrassem por esta região. Prova disso são as inúmeras vias
romanas que ligavam Porto a Viseu e Lisboa a Braga, sendo que estas mesmas vias
foram sendo utilizadas até ao século XIX. Um dos locais mais importantes era a
zona circundante ao castelo, onde os povos se foram instalando, comercializando
diversos produtos (sal, alfaias, ferramentas, produtos das colheitas, entre
outros), dando assim origem à Terra de Santa Maria. Dado que esse comércio se
afigurava numa espécie de feira em honra da Virgem Maria, daí advém essa mesma
denominação – Feira.
O nome “Terra de Santa Maria” apareceu
citado pela primeira vez em 1117, numa doação de D. Teresa, que se veio a
instalar neste castelo por volta de 1120, sendo que esse ano deu origem a
muitos outros documentos onde aparece citado esse mesmo nome. Contudo existem
vários documentos funerários que atestam a sua presença já em IV-V antes de
Cristo, prolongando-se durante o imponente Império Romano (do qual são marcas
evidentes as suas vias). Para além disso, os castros pré-romanos também fazem
prova da sua existência numa fase anterior. Estas marcas do império romano são
ainda bastante visíveis em pontes e traços de via dessa época e alguns deles
estão ainda em bom estado de conservação. É de salientar que as “Terras de
Santa Maria” abrangiam uma vasta área geográfica, albergando não só o concelho
da Feira mas também outros actuais concelhos como Ovar, Vila Nova de Gaia, Vale
de Cambra, São João da Madeira, entre muitos outros.
O castelo de Santa Maria da Feira é o ex-líbris
da cidade e um testemunho da arquitectura militar da Idade Média. Este é o
monumento mais majestoso e representativo de Santa Maria da Feira, sendo que se
trata, indubitavelmente, de um elemento fulcral no desenvolvimento da história
desta região. Há, inclusivamente, quem considere que este castelo constitui o
real berço da nossa pátria, pois desempenhou um papel marcante na altura da
reconquista.
Em Museu convento de Lóios
Museu convento de Lóios
A 5 de Fevereiro de 1938 foi criada a Biblioteca-Museu Municipal de Vila da Feira e inaugurada no edifício contíguo aos Paços do Concelho a 20 de Janeiro de 1940, no dia da Festa das Fogaceiras.
Em 1992, o Museu desobriga-se da Biblioteca e é instalado no secular Convento dos Lóios. Com a criação da Rede Municipal de Museus de Santa Maria da Feira em 2000, o Museu Municipal, como pólo central, adquire um novo impulso e reabilita o nome do edifício que o alberga, passando a designar-se: Museu Convento dos Lóios.
Sendo um espaço dedicado à História do concelho e da região, tem o propósito de salvaguarda, valorização e divulgação de testemunhos e memórias da herança histórica e cultural a transmitir às gerações futuras.
O Museu Convento dos Lóios apresenta na exposição permanente os núcleos de Arqueologia, História e Etnografia, explicando a origem do Homem, a evolução e o desenvolvimento do vasto território administrativo que outrora, se designava por Terra de Santa Maria.
Ao longo do ano, promove diversas actividades e exposições nacionais e internacionais de manifesto interesse ao entendimento da diversidade cultural europeia.
A 5 de Fevereiro de 1938 foi criada a Biblioteca-Museu Municipal de Vila da Feira e inaugurada no edifício contíguo aos Paços do Concelho a 20 de Janeiro de 1940, no dia da Festa das Fogaceiras.
Em 1992, o Museu desobriga-se da Biblioteca e é instalado no secular Convento dos Lóios. Com a criação da Rede Municipal de Museus de Santa Maria da Feira em 2000, o Museu Municipal, como pólo central, adquire um novo impulso e reabilita o nome do edifício que o alberga, passando a designar-se: Museu Convento dos Lóios.
Sendo um espaço dedicado à História do concelho e da região, tem o propósito de salvaguarda, valorização e divulgação de testemunhos e memórias da herança histórica e cultural a transmitir às gerações futuras.
O Museu Convento dos Lóios apresenta na exposição permanente os núcleos de Arqueologia, História e Etnografia, explicando a origem do Homem, a evolução e o desenvolvimento do vasto território administrativo que outrora, se designava por Terra de Santa Maria.
Ao longo do ano, promove diversas actividades e exposições nacionais e internacionais de manifesto interesse ao entendimento da diversidade cultural europeia.
Primeiro Pinóquio De Santa Maria Da Feira
O compositor sérvio Aleksandar Caric liderou um trabalho com a
Instável Orquestra e compôs um Ciclo de Músicas para o Pinóquio.
O encenador argentino Cláudio Hochmann, com Luciano Burgos, coordenou artisticamente os projectos Pinóquio sou eu (milhares de jovens do ensino básico) e Pinóquio somos todos nós (90 jovens do Ensino Secundário).
O Titanick Theatre, liderado por Claire Howells e Uwe Köhler, conceberam a parada O mundo de Pinóquio, envolvendo para além da companhia Titanick e do Pinóquio e da sua equipa, os elementos de uma formação realizada expressamente para este espectáculo com música original de Gundolf Nandico. O Trio Cosacco, de Itália, composto por Alessandro Federico (clarinete), Daniele Mutino (acordeão) e Umberto Vitiello (percussão), com Jean-Marc Dercle (o contra-bacia dos Orquestrada) foram a banda privativa do Pinóquio no espectáculo percurso: Pinóquio
O encenador argentino Cláudio Hochmann, com Luciano Burgos, coordenou artisticamente os projectos Pinóquio sou eu (milhares de jovens do ensino básico) e Pinóquio somos todos nós (90 jovens do Ensino Secundário).
O Titanick Theatre, liderado por Claire Howells e Uwe Köhler, conceberam a parada O mundo de Pinóquio, envolvendo para além da companhia Titanick e do Pinóquio e da sua equipa, os elementos de uma formação realizada expressamente para este espectáculo com música original de Gundolf Nandico. O Trio Cosacco, de Itália, composto por Alessandro Federico (clarinete), Daniele Mutino (acordeão) e Umberto Vitiello (percussão), com Jean-Marc Dercle (o contra-bacia dos Orquestrada) foram a banda privativa do Pinóquio no espectáculo percurso: Pinóquio
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